Não sou eu este cão manso que abana o rabo.
Eu sou o temporal,os raios,as tempestades.
Eu sou o que inunda e o que modifica.
Eu sou a destruição para o recomeço.
O ciclo.
O movimento.
A ousadia.
Sou a morte do velho para o nascimento dele mesmo.
Sou o que se auto alimenta.
O que se flagela.
O que se parte e se reconstrói.
Sou a ação.
Sou o que reage.



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